Algumas histórias chegam até o Direito carregadas de dor, incerteza e silêncio.
O caso envolvendo a interdição da Clínica Clivan, em Salvador, é um desses momentos em que a realidade ultrapassa qualquer expectativa. Pacientes que buscavam recuperar a visão acabaram enfrentando complicações graves após procedimentos realizados em um mutirão de catarata.
Em meio a esse cenário, a Dra. Eveline Santos acompanhou de perto a situação de um dos pacientes afetados, assumindo sua representação e levando à mídia um relato que precisava ser ouvido.
Durante entrevista à TV Bahia, a advogada destacou o impacto repentino e profundo na vida do seu assistido. O que antes era uma busca por qualidade de vida se transformou, em poucos dias, em um quadro delicado, exigindo novos cuidados, respostas e, acima de tudo, apoio.
Por trás de cada informação divulgada, existem pessoas. Famílias. Rotinas interrompidas.
E é nesse ponto que a atuação jurídica ganha um novo significado.
Mais do que discutir responsabilidades, o trabalho da advocacia, nesses casos, também passa por acolher, orientar e dar voz a quem, muitas vezes, não sabe por onde começar.
A presença da Dra. Eveline na cobertura do caso reflete exatamente esse compromisso: tratar cada situação não apenas como um processo, mas como uma história que precisa ser respeitada em toda a sua dimensão.
Porque, quando o Direito encontra a dor humana, a técnica precisa caminhar junto com a sensibilidade.
Confira a reportagem clicando aqui.
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